quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Sopa de Cevadinha e Cogumelos

Hoje vou fazer uma outra comemoração aqui no blog. De novo, de novo! E dá-lhe comemoração. É, gente, em agosto eu fico catando assunto pra comemorar e fazer festa, como todo bom leonino. Não serve só o meu aniversário. Um dia é tão pouquinho... E, quem souber de alguma festa em agosto e quiser uma palinha é só chamar. Está aberta a temporada de eventos! Aceito encomendas também.

Hoje estou comemorando o Dia Mundial de Combate ao Colesterol. E em suporte ao evento, eu vou apresentar esta receita da Sopa de Cevadinha e Cogumelos. Tem nome de gente, não, viu! São tantos os eleitos que precisam baixar o seu nível de colesterol, inclusive esta blogueira que vos escrever, que eu fiquei na dúvida de quem seria o homenageado do dia. Então, só quero dizer: fora Colesterol!!!!! 

E, muita gente não sabe que ao lado de alimentos como a aveia, a cevadinha é um dos grãos integrais que mais ajuda na redução dos níveis de colesterol, apesar de a cevadinha ser um cereal cultivado desde a Antiguidade.

Vamos lá. Vou dar outra sopinha pra vocês:

Sopa de Cevadinha e Cogumelos

Ingredientes:

1 colher de sopa de azeite de oliva 
2 talos de alho porró picadinhos (só a parte branca)
60 gramas de cevadinha, deixada de molho 2 horas antes do preparo
1 litro de caldo (o que ensinei para a sopa de Cebolas ou o abaixo)
1 1/2 de água 
20 gramas de cogumelos porcini secos, deixados de molho por 45 min na água quente
1 cenoura grande, ralada grosseiramente
sal a gosto

Modo de fazer:

1 Aqueça o azeite em uma panela de fundo grosso, depois acrescente o alho porró e cozinhe este até que fique bem macio, sempre mexendo na panela pra não tostar. É só pra suar o alho porró!



2 Adicione a cevadinha e cozinhe por 2 min, até que se misture bem ao alho porró. Acrescente o caldo, os cogumelos. Atenção! A água dos cogumelos não deve ser usada, pois pode conter um pouquinho de terra e uma borra. Despreze a água dos cogumelos, depois que retirá-los da mesma com a ajuda de suas mãozinhas (rs!) ou de uma colher. Deixe cozinhar por cerca de 1 hora ou até a cevadinha estar macia. Vá acrescentando a água aos poucos e a gosto, pois com o cozimento o caldo reduz muiiitoooo.

3 Acrescente a cenoura e continue a cozinhar por mais 5-6 minutos, até que a cenoura também esteja macia. Acrescente sal a gosto.

Caldo alternativo:

1 cebola grande em rodelas
1 cenoura grande em rodelas grandes  
3 dentes de alho
3 talos de salsão picados
1 tomate grande e bem maduro
3 raminhos de alecrim
5 folhas de louro
2 tiras da casca de um limão taiti
1,5 litro de água

Modo de fazer: Fever e cozinha todos os ingredientes em fogo brando por 30 min. Coar o caldo e desprezar os legumes. 

Huummm! Aproveitem o inverno com uma deliciosa sopa no jantar. Super light!




Beijo grande!




terça-feira, 7 de agosto de 2012

Salada Anticâncer: Salada de Batatas Nicola

Há algum tempo tenho sido surpreendida por uma série de pessoas queridas e muito próximas que me contam sobre a descoberta de um câncer. No passado, já tive algumas experiências com avós e tios. Mas, o que mais tenho visto atualmente são pessoas muito jovens, fortes e cheias de vida. E comecei a estudar este assunto, que é triste, é chato. Mas, tento olhar de uma outra perspectiva. Como podemos combater esta doença que a cada dia está mais próxima de nós? Esta é parte das minhas buscas no mundo da culinária, caminho que eu escolhi trilhar.

Nas minhas buscas, minha guru me falou de um livro que vocês já devem conhecer (Anticâncer, de David Servan-Schreiber, Ed. Fontanar). Trata-se de um médico francês que em suas pesquisas  acidentalmente descobriu que ele tinha tumor no cérebro. Ele lutou contra a doença  e  desenvolveu um método que inclui alimentação como fator chave, dentre outras formas de combate e se curou! Ou melhor, como ele diz, mantém o câncer afastado, pois todos nós temos um câncer dormindo lá no fundo (uuuuiiiii!!!!). Xô, coisa ruim! Eu vou seguir este livro de cabo a rabo!

Este livro é a princípio assustador, pra não dizer aterrador. Mas, traz soluções que estão ao alcance de todos. Então, vamos lá sem chororô (como diz minha pequena). Se não forem boas as dicas, também não devem ser ruins. O médico indica no livro uma série de alimentos que são "anticâncer". Dentre eles, a batata da espécie Nicola e o atum, mesmo em conserva, desde que moderadamente. 


A batata é aquela que encontramos no mercado no Brasil. Nossa velha conhecida! 


É com estes dois ingredientes que eu criei uma saladinha gostosa, fácil, molezinha e que pode ser servida com o pãozinho do post de ontem e uma saladinha de folhas e tomatinhos cereja (também são alimentos anticâncer). Batizei a salada de 'Salada de Batatas Nicola' não só pelo tipo da batata, que é o ingrediente principal, mas em homenagem ao avô do meu marido, um senhor italiano de nome Nicola, que eu infelizmente não tive o prazer de conhecer. Mas, o olhar e o sorriso da foto que está em nossa cabeceira me cativou.

Allora! La ricetta della Salada de Batatas Nicola       

Molho: 

1 colher de chá de sal ou gersal
1 colher de chá de mostarda
30 ml de azeite de oliva extravirgem
1 colher de chá de sucralose para culinária
1 colher de sopa de vinagre branco (orgânico)
1 ovo cru 
2 colheres de chá de creme de leite azedo
1/4 de copo de água

* Misturar e chacoalhar todos os ingredientes em uma molheira ou coqueteleira até formar uma única solução amarelo clara.

Salada:

Ingredientes:

1/2 do molho acima (a outra metade vc pode guardar na geladeira e ir regando suas saladas por uns dias ou mesmo a saladinha de tomatinhos que acompanha esta).
6 batatas Nicolas sem casca
1 lata de atum em água em conserva
1 colher de chá de dill ou endro desidratado e picado
1/4 de cebola pequena ralada 
1 colher de sopa de sal
azeite de oliva extravirgem

Modo de Fazer: Cozinhe as batatas na água e sal até ficarem bem macias. Espetando com o garfo elas devem se partir. Pique as batatas grosseiramente ainda quentes. Em uma tigela funda, coloque o molho e a cebola radala, misture as batatas picadas e salpique com o dill. Misture tudo. Por fim, dê uma última regada de azeite. Só uns fiozinhos para deixar o colorido mais bonito.



Beijos!







segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O pão nosso de cada dia!

Break na Amazônia again, pois como já repeti milhares de vezes o lema do blog é postar apenas o que eu já fiz ou já provei, pelo menos uma vez. Então, como ainda estou executando as receitas coletadas na viagem, irei trazendo as mesmas a medida que eu for concluindo o preparo e tendo certeza de que funcionam. Assim tiro fotos pra postar aqui.

Bem, pra início de conversa esta semana, eu quero trazer uma receita de pão. É meio sofisticadinha (eu falo de básico, mas não consigo fazer nada muito basiquinho, não!). Mas, não é difícil, não. Animem-se. Nem que seja no fim de semana, tá?

Ou melhor, vamos combinar que qualquer pão é básico. E, hoje em dia, fico muito triste em ver pessoas que acreditam nestas dietas mirabolantes em que o pão é completamente excluído do cardápio. É claro que não dá para comer muito pão. Mas, aquelas duas fatias pela manhã são básicas e fundamentais para um dia funcional e mais feliz. Quem puder, e fizer exercícios aeróbicos, pode até acrescentar outras ao longo do dia. Tudo depende do seu organismo e do seu nível de esforço.

O problema do pão hoje em dia é que ninguém tem tempo pra nada. Então, compramos o pão cheio de gorduras e aditivos, açúcares e bromato. Comemos um sandwich no almoço, quase todo dia, com queijo gorduroso (eca!). Eu fiz isto por quase 16 anos! Acho que só cheguei aqui, pois sempre tive alguma rotina de exercícios (com alguns períodos de break, quando o ritmo apertava muito). E nas outras refeições compensava.

Mas, hoje em dia, uma das minhas prioridades é fazer meu próprio pão. E de preferência sem açúcar.  O fermento eu ainda uso o industrializado, mas logo logo estarei criando o meu próprio, natural. Made in Café Vélo Vert. Na receita de hoje, que originalmente tem açúcar, eu substitui por sucralose para culinária. Ficou muito bom. Aí vai:

Pão com Abobrinha, Hortelã e raspas de limão siciliano (*)

Ingredientes:

400 gramas de farinha de trigo
50 gramas de farinha de milho (tipo flocos)
1 colher de chá de sal
1 colher de sopa de açúcar (ou 1 colher de sopa de sucralose)
2 colheres de chá de fermento biológico instantâneo (ainda me livro disto!)
75 ml de azeite
raspas de um limão siciliano
2 colheres de sopa de hortelã fresca picadinha
1 abrobrinha grande (tipo italiana) ralada em tirinhas
175 ml de água

Modo de Preparo: Rale a abobrinha em tiras, ponha em um escorredor e misture com 2 colheres de sopa de sal. Deixe descansar por 30 min. Lave em água abundante e seque bem. Após, misture os quatro primeiros ingredientes com o fermento. Faça um buraco no meio e vá adicionando a água aos poucos, até obter uma massa homogênea e macia. Sove esta massa em uma superfície polvilhada de trigo até obter uma massa elástica. Acrescente à massa, a abobrinha, a hortelã e as raspas de limão. Faça uma bola e deixe descansar numa superfície untada, coberta por um filme de PVC. Deixe crescer até dobrar de tamanho. Sove a massa de novo para tirar o ar que ficou lá dentro. Divida a massa em duas partes e disponha em duas formas alongadas para pão ou apenas em uma, como eu fiz, de bolo inglês.  Cubra com PVC novamente e deixe dobrar de tamanho de novo (cerca de 10 min).  Preaqueça o forno a 200 C. Depois asse o pão por aproximadamente 30-35 min. Desenforme o pão apenas quando esfriar.




Fica uma delícia com queijo cottage ou acompanhando um prato de salada. E a abobrinha é um ingrediente antiestresse, pois contém alto teor de niacina ou vitamina B3 ou PP, que remove substâncias tóxicas do organismo, auxiliando na produção de hormônios, como os sexuais e os relacionados ao estresse.

Beijo grande para os meus hóspedes cativos do Café Vélo Vert
que nos deixaram hoje.

Boa semana a todos!

(*) receita adaptada do livro "All collor cookbook: 200 bread recipes" de Joanna Farrow ISBN 978-85-7914-164-5




sábado, 4 de agosto de 2012

Segredo da Amazônia: X-Caboclinho






Vocês estão vendo que descobri muitos segredos na Amazônia. E a culinária, apesar dos recursos limitados, mostrou-se riquíssima e cheia de segredos e ingredientes exóticos. Por isso, não consigo parar de falar neste assunto. Pelo menos, até as receitas mais legais e gostosas serem divulgadas.




Um destes segredos que eu descobri conversando com os nativos é a utilização de uma semente riquíssima em vitamina A, o Tucumã. Este fruto da floresta chega a ter 10 vezes mais vitamina A que uma cenoura. E também é fonte de vitamina B. Os índios a utilizam largamente o tucumanzeiro, desde a palha da árvore, passando pela carne ou polpa do fruto e a semente para o artesanato. Mas, é beeeem calórico!




A manteiga do tucumã é excelente bálsamo para cabelos e hidratação da pele.


O Tucumanzeiro é uma palmeira altíssima e seu fruto é este aí acima. A sua polpa tem uma coloração meio alaranjada e o sabor é característico e inigualável. Não tem nada que se compare. Não é muito forte, nem amargo. É bem suave e meio adstringente. Só provando pra saber! Nunca comi nada igual. 


Primeiro eu provei o risoto de tucumã, feito no restaurante do Amazon Jungle Palace. Este é o hotel flutuante em que nos hospedamos no Rio Negro. Vale conferir, o hotel é novinho e o serviço é impecável. 
Entrei na cozinha, aprendi muitas coisas. Fotografei, capturei as receitas.  Mas, usei touca e não podia mexer em nada. A cozinha deles é absolutamente limpíssima. Deixei a sous chef,  Janderlaine, loooca! Ela não queria tirar foto e eu com meu jeitinho.... capturei a índia no iPad!




Oi, Janderlaine, obrigada por ter me deixado espiar a sua cozinha! Depois vou mostrando pra vocês aqui no blog o que mais eu capturei nesta cozinha. Eles têm até um Chinois!

Depois o Sid, o maitre do restô, lançou uma novidade e quase me matou de curiosidade me explicando o que era o X-caboclinho o tal sandwich em que se utiliza a polpa do tucumã. Daí pra frente eu não sosseguei até que  chegando a Manaus... comi o troço no café da manhã. Ótimo. Fiquei alimentada a manhã toda e só assim consegui força e coragem para nadar com os botos cor de rosa!







Aí as fotos do X-caboclinho. A primeira só o pão francês com a polpa.

Abaixo a receita completa: polpa do tucumã, queijo coalho, ovo frito, pão francês.






Este sanduba deixou saudades...

Beijos e bom fim de sábado a todos.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Curativo Natural: Sucos e frutas da Amazônia



Voltando para a Floresta Amazônica. Nada melhor do que um suco para curar a ressaca da noite anterior!

No penúltimo post, eu já ensinei o coquetel revitalizante Rio Negro com guaraná e açaí. Neste post, eu queria falar um pouco mais sobre alguns dos  frutos e frutas maravilhosas que são encontradas no Norte, em especial, na Amazônia.



O açaí é antioxidante, vasodilatador, antiinflamatório, tônico e energético. É fonte de vitaminas E e C e aminoácidos. A única atenção - não se pode nem dizer contraindicação - é que é muito calórico. Apenas 100 gr correspondem a cerca de 247 kcal. Então, moderação para aqueles que já estão com sobrepeso! Aliás, moderação é tudo na vida... 





A sementinha é muito utilizada no artesanato. E fica ótimo no shampoo para cabelos normais. Com suas propriedades antioxidantes, misturado ao óleo de babaçu, tem ação protetora dos fios.






Tem uma outra frutinha de nome bastante estranho o taperebá ou caja-mirim.  Esta aí ao lado. Que se parece com nosso cajá manga, mas é bem menor.  Esta fruta, na verdade, é originária da África e se adaptou muito bem ao clima amazônico. É fonte de cálcio, fósforo, ferro, Vitaminas B1, B2, Niacina (Vitamina B3), Vitamina C e também contém proteínas.






O cupuaçu, primo do Cacau, por isso também conhecido como o "Chocolate da Amazônia" é realmente uma fruta originária da própria floresta amazônica. Indicado para cura de doenças do trato intestinal, dentre estas diverticulite.





O shampoo de cupuaçu é "o shampoo" para cabelos danificados pelos agentes naturais e tratamentos químicos. Estes vidrinhos aí do lado eu adquiri em Manaus. Tanto o shampoo, quanto o condicionar são excelentes. 


Por fim, a fruta eleita pela "excursão amazônica" foi a graviola. O sabor do suco é simplesmente divino. Mas a graviola é muito mais do que um suco. A fruta é utilizada pelos índios como vermífugo. E pesquisadores estrangeiros têm estudado as propriedades anticancerígenas das folhas. Existem estudos que comprovam que a ação da graviola é dez vezes (!!!!) mais potente que a quimioterapia na redução de tumores. E melhor, só ataca as células cancerígenas, não mata aquelas que estão saudáveis como pode acontecer nos tratamentos convencionais.  Sobre isto vale apena, para aqueles que tiverem interesse, procurar por um remédio fitoterápico que existe nos EUA chamado N-tense.  É produzido com material exportado da Amazônia. Tem sido muito utilizado com sucesso no tratamento do câncer, associado com os tratamentos tradicionais. Vale tentar, pois como diz o ditado popular o "o que não mata, engorda". 







E tem muitas outras, como as aí do lado, sobre as quais com o tempo eu vou falando devagarinho pra vocês e trazendo receitinhas espantosas.  Prometo. E vai ter outras que nem vou citar, como o fruto do Guaraná, por exemplo. Pois este já é paixão nacional.




Nada como acordar e encontrar uma mesa linda e decorada com estas frutas. Foi um privilégio que agradecerei até o fim da minha vida. Aprendi que fruta faz bem para o coração e para a alma também.








Um dia "vitaminado" para todos. 




Beijo grande.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Bolo de Festa...tem que ser de Chocolate!


EUUU QUERUUU É FESTA! Hoje é dia de festa neste blog!

Estou comemorando meus 4X anos. Há alguns poucos anos parei de contabilizar a casa da unidade. E daqui alguns vou parar na da dezena. Dos 40 é óbvio. Adorei entrar e viver a casa dos 40! Que venham outros bons anos por aí até os "enta".

Como boa leonina que sou vou comemorar. Muuuuitooooo! E festa que é festa tem que ter bolo. O bolo é o rei da festa. Depois do aniversariante, é claro.

E vocês sabiam que desde a Antiguidade já existiam bolos para comemorações festivas? Os egípcios e os gregos foram os precursores com uma espécie de bolo-pão. Depois vieram os romanos e como eles dominavam as leveduras fizeram miséria com as massas e os bolos. Foi Catarina de Médice quem levou o bolo para a França, mandando preparar uma receita especial para suas bodas com o futuro Rei Henrique II. Os franceses é claro aprimoraram e muito a receita posteriormente. Mas para mim, aqueles que profissionalizaram os bolos foram sem dúvida os ingleses. Eles até categorizam na literatura gastronômica tipos de bolos, dependendo do modo de preparo (sponge cake, shortened cake and melting cake). Profissa total!


E vejam o bolo ao lado. Não é lindo? 


Um dos meus preferidos. Mas no meu niver tem que ter bolo de chocolate. E não precisa ser chic, não. Nem italiano, nem francês, nem inglês. Pode ser aquele da casa da sua mãe. No caso, da minha!!!!



E por falar nela, vejam que lindíssima no dia do meu nascimento. Pedi licença pra postar. Ela sorriu e vi orgulho em seus olhinhos. Então, senti que poderia dividir este momento. Afinal, eu sou e estou cada vez mais sem vergonha. Esta é outra característica leonina minha que vai se exacerbando com o tempo.


Bem, vamos seguir com a receita. Break na Amazônia por um dia. Maaas, prometo outra delícia amazônica a partir de amanhã.


Bolo de Chocolate da Casa da Minha Mãe

Ingredientes:

2 xícaras de açúcar
1 xícara de manteiga
4 ovos
2 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de leite 
1 xícara de chocolate em pó (pode ser o do "Frade"caixinha vermelha)
1 colher de sopa de pó Royal

Modo de Fazer: Bater bem a manteiga com o açúcar até formar uma pasta clara. Acrescentar as gemas e bater bastante. Acrescentar o leite, o trigo, o chocolate em pó. Neste momento, bater bastante até se formarem umas bolhas na massa. É assim que se garante um bolo fofinho. Por último, acrescentar as claras batitas em neve. Mas, cuidado! Quando juntar as claras vocês não podem mais bater o bolo. As claras devem ser misturadas leve e cuidadosamente à massa. Neste momento, é preciso tranquilidade para não estragar todo o trabalho anterior. Por fim, o pó Royal. Levar para assar em forno médio pré-aquecido em uma forma furada e untada com manteiga e trigo. Depois de frio desenformar e usar a cobertura abaixo.

Cobertura:

Ingredientes:

1 copo de leite
1 copo de açúcar
4 colheres de sopa de chocolate em pó

Modo de Fazer: Levar tudo ao fogo até engrossar, como um mingau ralo. Jogar sobre o bolo esta calda.



Vamos comemorar!!!!! Ebá!!!




quarta-feira, 1 de agosto de 2012

The bar is open: Coquetel Rio Negro

And the bar is open again! Estamos de volta sãos e salvos após uma literal imersão na Floresta Amazônica. Nunca vi tanta água e tanto verde. Eu me senti em outro país, ou melhor em outro planeta. Ainda estou anestesiada de felicidade. E me desculpem, pois eu quero contar tudo que vi. Tenho comida e assunto pra mais de 1000 posts!

Nesta viagem, cruzamos com pessoas de todos os tipos, origens e credos. Do índio ao hebreu de kippah no meio da Floresta. Mas, no final, é triste constatar que existem muito mais estrangeiros do que brasileiros que se dispõem a fazer esta viagem e se transportar para uma outra dimensão. A dimensão verde.

Foi incrível ver como as pessoas se adaptam a floresta e não ao contrário. E como a vida flui de modo tão natural, apesar da escassez de recursos tecnológicos e de bens materias.

O nosso guia, aliás, nosso "Amazon Guide", é de origem indígena. Pois o cara, além de falar português muito bem, falava também com tanta fluência inglês, italiano, francês e espanhol. Nós testamos todas as línguas e ficamos simplesmente pasmos. Não tinha "embromation", não. Com ele aprendemos também várias técnicas para nos camuflarmos na floresta e passar a fazer parte dela. Fantástico! Tenho esperanças e peço com muita fé que o futuro siga este caminho e que as pessoas, independentemente de suas riquezas materiais, credos e origens, possam se comunicar livremente e viver em harmonia com a natureza. Acredito que esta seria a grande evolução da humanidade. Maaas, que não faltem Wi-Fi spots!

Bem, voltando o pé aqui pra terra, ou melhor, pra selva de pedra. Ah, só mais um parêntesis pra informar que a foto acima, a placa, era do bar do hotel flutuante em que nos hospedamos no meio do Rio Negro. Mas, para azar da excursão (ainda bem que Tuiu não participou!) não tinha "cana", mas só sucos. Sucos maravilhosos, de todos os tipos. 



Agora, o sucesso mesmo, refrescante, geladinho e forte é o coquetel em homenagem ao Rio Negro. Dá pra tomar antes da balada, sem problemas. Pois, o sujeito toma isto e fica sem dormir por mais de 12 horas. Devia ser parte do protocolo antidopping nas Olimpíadas 2016!

Coquetel Rio Negro


Ingredientes:

1/2 copo de suco de guaraná natural (mas, se você não tiver serve o da Antártica Diet mesmo!)
1/2 de suco de açaí (foto da fruta ao lado)
1/2 copo de chá mate gelado
açúcar ou adocante a gosto (não é o meu, já expliquei que detesto, mas pra quem não vive sem....)

Modo de fazer: Bata tudo no liquidificador. Pode servir numa taça flute bem gelado! Fica chiquérrimo.


Bom dia meu Rio Negro!